segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

http://www.construcaocivil.biz/

Indicação.

O SITE
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Através do Construção Civil Business, qualquer pessoa pode realizar uma pesquisa simples e rápida pelo nome da empresa, produto ou serviço relacionado à construção civil. Se desejar, pode ainda utilizar os recursos avançados de pesquisa por localização (endereço, cidade, estado ou código postal), categoria ou palavra-chave.
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segunda-feira, 20 de março de 2017

Regulamentação específica para sistema de ancoragem.

Ancoragem Predial e Industrial.

Em 2017 não deixe a sua obra fora das normativas, entre em contato com a ASAserv.

Skype:asa.serv

Regulamentação agora tem anexo específico para sistema de ancoragem agora mais ampla e aprimorada, harmonizada com as normas técnicas nacionais e internacionais, a nr 35 (trabalho em altura), criada em março de 2012, teve revisão publicada no diário oficial da união no dia 22 de setembro deste ano.

A portaria nº 1.113 do ministério do trabalho incluiu na norma o anexo 2 - sistema de ancoragem - e alterou o item 35.5, que deixou de se chamar equipamentos de proteção individual, acessórios e sistemas de ancoragem e atualmente leva o título de sistemas de proteção contra quedas. "havia alguns conceitos que precisavam ser melhorados e foram", justifica o coordenador e representante da bancada de governo da comissão nacional tripartite temática da NR, o auditor fiscal e engenheiro de segurança do trabalho Luiz Carlos Lumbreras.
Ele relata que a CNTT acompanhou de perto os trabalhos da comissão de estudo de equipamento auxiliar para trabalho em altura (CE-32:004.04) do comitê brasileiro de equipamentos de proteção individual (ABNT/cb-32) que resultaram na publicação, em dezembro de 2014, das NBRS 16325-1 e 16325-2, regulando os dispositivos de ancoragem tipos a, b e d e tipo c respectivamente. "a publicação dessas normas como referencial técnico nos levou a decidir pela elaboração de um anexo para sistemas de ancoragem que albergasse também os demais sistemas, como a ancoragem diretamente na estrutura ou a ancoragem estrutural", complementa.

Conforme Lumbreras, também se verificou a necessidade de revisar o item 35.5 para evitar que o anexo ficasse incompatível com determinados tópicos do corpo da norma.

Fonte: revista proteção
Publicado em 20/01/2017

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Portaria MTE Nº 593 DE 28/04/2014 - Aprova o Anexo I - Acesso por Cordas da Norma Regulamentadora nº NR-35 Trabalho em Altura.

Publicado no DO em 30 abr 2014
Aprova o Anexo I - Acesso por Cordas da Norma Regulamentadora 
NR-35  Trabalho em Altura.

A Portaria MTE nº 593/2014, do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, inseriu o Anexo I (Acesso por Cordas) na Norma Regulamentadora 35 (Trabalho em Altura), aprovada pela Portaria MTE nº 313/2012, incluindo, no glossário da mesma Norma Regulamentadora, definições sobre equipamentos auxiliares e operação assistida.

(Portaria MTE nº 593/2014 - DOU 1 de 30.04.2014)

Fonte: IOB Online



O Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943,
Resolve:
Art. 1º Inserir o Anexo I - Acesso por Cordas - na Norma Regulamentadora nº 35 - Trabalho em Altura, aprovada pela Portaria nº 313, de 23 de março de 2012, com a redação constante no Anexo desta Portaria.
Art. 2º Inserir, no glossário da Norma Regulamentadora nº 35 - Trabalho em Altura -, aprovada pela Portaria nº 313, de 23 de março de 2012, as seguintes definições:
Equipamentos auxiliares: equipamentos utilizados nos trabalhos de acesso por corda que completam o cinturão tipo paraquedista, talabarte, trava quedas e corda, tais como: conectores, bloqueadores, anéis de cintas têxteis, polias, descensores, ascensores, dentre outros.
Operação Assistida: atividade realizada sob-supervisão permanente de profissional com conhecimentos para avaliar os riscos nas atividades e implantar medidas para controlar, minimizar ou neutralizar tais riscos.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com exceção dos itens 2.1, alínea "b", e 3.2 do Anexo I - Acesso por Cordas, que entrarão em vigor seis meses após a publicação deste ato.

Parágrafo único. Durante o decurso do prazo acima indicado os profissionais autorizados que executam atividades de acesso por cordas devem comprovar sua proficiência na atividade conforme item 35.4.1.1. 

ANEXO I
ACESSO POR CORDAS

1. Campo de Aplicação
1.1. Para fins desta Norma Regulamentadora considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.
1.2. Em situações de trabalho em planos inclinados, a aplicação deste anexo deve ser estabelecida por Análise de Risco.
1.3. As disposições deste anexo não se aplicam nas seguintes situações:
a) atividades recreacionais, esportivas e de turismo de aventura;
b) arboricultura;
c) serviços de atendimento de emergência destinados a salvamento e resgate de pessoas que não pertençam à própria equipe de acesso por corda.
2. Execução das atividades
2.1. As atividades com acesso por cordas devem ser executadas:
a) de acordo com procedimentos em conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes;
b) por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas;
c) por equipe constituída de pelo menos dois trabalhadores, sendo um deles o supervisor.
2.1.1. O processo de certificação desses trabalhadores contempla os treinamentos inicial e periódico previstos nos subitens 35.3.1 e 35.3.3 da NR-35.
2.2. Durante a execução da atividade o trabalhador deve estar conectado a pelo menos duas cordas em pontos de ancoragem independentes.
2.2.1. A execução da atividade com o trabalhador conectado a apenas uma corda pode ser permitida se atendidos cumulativamente aos seguintes requisitos:
a) for evidenciado na análise de risco que o uso de uma segunda corda gera um risco superior;
b) sejam implementadas medidas suplementares, previstas na análise de risco, que garantam um desempenho de segurança no mínimo equivalente ao uso de duas cordas.
3. Equipamentos e cordas
3.1. As cordas utilizadas devem atender aos requisitos das normas técnicas nacionais.
3.2. Os equipamentos auxiliares utilizados devem ser certificados de acordo com normas técnicas nacionais ou, na ausência dessas, de acordo com normas técnicas internacionais.
3.2.1. Na inexistência de normas técnicas internacionais, a certificação por normas estrangeiras pode ser aceita desde que atendidos aos requisitos previstos na norma europeia (EN).
3.3. Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações:
a) antes da sua utilização;
b) periodicamente, com periodicidade mínima de seis meses.
3.3.1. Em função do tipo de utilização ou exposição a agentes agressivos, o intervalo entre as inspeções deve ser reduzido.
3.4. As inspeções devem atender às recomendações do fabricante e aos critérios estabelecidos na Análise de Risco ou no Procedimento Operacional.
3.4.1. Todo equipamento ou corda que apresente defeito, desgaste, degradação ou deformação deve ser recusado, inutilizado e descartado.
3.4.2. A Análise de Risco deve considerar as interferências externas que possam comprometer a integridade dos equipamentos e cordas.
3.4.2.1. Quando houver exposições a agentes químicos que possam comprometer a integridade das cordas ou equipamentos, devem ser adotadas medidas adicionais em conformidade com as recomendações do fabricante considerando as tabelas de incompatibilidade dos produtos identificados com as cordas e equipamentos.
3.4.2.2. Nas atividades nas proximidades de sistemas energizados ou com possibilidade de energização, devem ser adotadas medidas adicionais.
3.5. As inspeções devem ser registradas:
a) na aquisição;
b) periodicamente;
c) quando os equipamentos ou cordas forem recusados.
3.6. Os equipamentos utilizados para acesso por corda devem ser armazenados e mantidos conforme recomendação do fabricante ou fornecedor.
4. Resgate
4.1. A equipe de trabalho deve ser capacitada para autorresgate e resgate da própria equipe.
4.2. Para cada frente de trabalho deve haver um plano de resgate dos trabalhadores.
5. Condições impeditivas
5.1. Além das condições impeditivas identificadas na Análise de Risco, como estabelece o item 35.4.5.1, alínea ¨j¨ da NR-35, o trabalho de acesso por corda deve ser interrompido imediatamente em caso de ventos superiores a quarenta quilômetros por hora.
5.2. Pode ser autorizada a execução de trabalho em altura utilizando acesso por cordas em condições com ventos superiores a quarenta quilômetros por hora e inferiores a quarenta e seis quilômetros por hora, desde que atendidos os seguintes requisitos:
a) justificar a impossibilidade do adiamento dos serviços mediante documento assinado pelo responsável pela execução dos serviços;
b) elaborar Análise de Risco complementar com avaliação dos riscos, suas causas, consequências e medidas de controle, efetuada por equipe multidisciplinar coordenada por profissional qualificado em segurança do trabalho ou, na inexistência deste, pelo responsável pelo cumprimento desta norma, anexada à justificativa, com as medidas de proteção adicionais aplicáveis, assinada por todos os participantes;
c) implantar medidas adicionais de segurança que possibilitem a realização das atividades;
d) ser realizada mediante operação assistida pelo supervisor das atividades.

**Mais uma conquista para todas as empresas especializadas em trabalho em altura.

FONTE:
http://portal.mte.gov.br/
http://www.legisweb.com.br/


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Causas de defeitos em estruturas de concreto

Causas de defeitos em estruturas de concreto podem ser classificados como:

1) deficiência estrutural resultante de erros no projeto, critérios de carga, sobrecarga inesperada, etc
2) deficiência estrutural devido a defeitos de construção.
3) Danos decorrentes de incêndio, inundações, terremotos, ciclones, etc.
4) Danos causados por ataque químico .
5) Danos causados por ambientes marinhos.
6) Danos causados por abrasão de materiais granulares.
7) Movimento de concreto, devido às características físicas.



Deficiência estrutural devido a concepção e detalhamento.
Nesse caso, é necessário revisar o projeto em detalhes e trabalhar medidas corretivas pela equipe de projeto. Uma vez feito isso os métodos de execução das medidas corretivas serão semelhantes aos decorrentes de outros defeitos.

Deficiência estrutural devido a defeitos de construção.
Métodos defeituosos de construção formam o maior segmento da fonte de problemas para as vigas. Tais defeitos podem ser amplamente classificados da seguinte forma:

1) os defeitos devidos à qualidade das matérias-primas.
2) Não adoção de mistura de concreto projetado .
3) Utilização de plantas de construção deficiente construção para a produção, transporte e colocação do concreto.
4) defeito de fabricação .
5) Qualidade de detalhamento  inadequado.



É necessário escolher o tipo certo de cimento para o concreto que vai para a estrutura em questão. O cimento Portland é o mais comum de todos os cimentos.

Desde que a qualidade de cimento de acordo com as especificações tipo pertinentes, no momento da utilização, normalmente, não é problema encontrado em relação do cimento Portland normal. 

Quando o concreto está exposto ao ambiente agressivo, pode ser necessário o uso de cimentos especiais, como por exemplo, cimento Portland resistente ao sulfato, cimento de escória de alto-forno cimento de baixo C3A.


MAIS INFORMAÇÃO ABAIXO**
(C3A. O cimento com baixo desprendimento de calor, durante a pega, é recomendado para barragens porque evita rachaduras na estrutura provocadas por tensões térmicas criadas durante a pega e o arrefecimento).

A qualidade dos agregados, particularmente em relação a reação álcalis-agregado, precisa ser levado em conta. Felizmente casos de defeitos / falhas atribuídas a uma reação de agregação alcalino são muito raros.

O uso de água que contém o sal colocada no pode também contribuir para a sua deterioração. O projeto da mistura do concreto pode ser realizada de modo satisfatório, usando uma grande variedade de agregados . Deverá ser assegurada uma continuidade razoável de classificação de agregados .

O uso excessivo de água na mistura de concreto é a maior fonte de fraqueza. A precisão da pesagem dos vários componentes é muito dependente da qualidade do sistema de pesagem de lotes, disponível. 

Primavera marca carregados de pesar batchers contribuir para variabilidade excessiva na qualidade do concreto pesagem em lote na Índia.

Outros fatores que contribuem para uma má obra inclui a segregação, colocação imprópria, vibração inadequada ou excessiva,  vazamento de argamassa através de  juntas das formas, cobertura de concreto insuficiente,  etc.

Detalhamento adequado do reforço, incluindo a cobertura adequada é essencial para garantir a colocação bem sucedida de concreto. 


Má detalhando resulta em congestionamento de reforço, de tal forma que o concreto só não pode ser colocado e compactado adequadamente em de se tornar impraticável. Detalhamento do reforço deve ser baseado  numa apreciação adequada da forma como a colocação e compactação do concreto vai ser efetuada .

Outros fatores que levam a maus detalhamentos do projeto são os seguintes:

a) Rachaduras nos cantos reentrantes.
b) Alterações bruscas na seção.
c) Detalhamento inadequado da junta.
d) Limites de deflexão.
e) Drenos mal detalhados.
f) Drenagem inadequada ou imprópria.
g) Detalhamento pobre das juntas de dilatação .

Fonte: 
Causes of defects in concrete structures
http://theconstructor.org/concrete/causes-for-defects-in-concrete-structures/7204/

POR JOSÉ EDUARDO RENDEIRO / EM DEZEMBRO 25, 2013

Formado Arquiteto pela Universidade Mackenzie, trabalhei com projetos residenciais e comerciais em escritórios, além de trabalhos particulares. Tenho larga vivência em criação e desenvolvimento de projetos com uso do AutoCAD e uma vez ou outra faço trabalhos de design. Atualmente venho me interessando cada vez na Plataforma BIM e na utilização do Revit. Também gosto escrever e pesquisar sobre o universo arquitetônico e suas vertentes.

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** C3A. O cimento com baixo desprendimento de calor, durante a pega, é recomendado para barragens porque evita rachaduras na estrutura provocadas por tensões térmicas criadas durante a pega e o arrefecimento.
Para evitar a pega rápida, provocada pelo C3A, adiciona-se gesso como retardador que leva a formação de C3A3CaSO4.31H2O.
2.15.2 -Procedimentos p/ Determinação do Tempo de
Pega
A medida do tempo de pega se faz com a utilização da agulha de Vicat de formato cilíndrico, seção circular de 1 mm2, é aplicada sobre uma pasta de consistência normal, com uma carga de 300g.
A consistência normal é determinada pelo uso da sonda
Tetmajer, de formato também cilíndrico, mas de diâmetro de 1 cm.
Diz-se que a pasta tem consistência normal quando colocada em uma forma de feitio de anel, com diâmetro interno de 8 cm e altura de 4 cm, a sonda de Tetmajer, colocada sobre a pasta, sem choque e sem velocidade inicial, estaciona a 6 m do fundo da forma.
O tempo de início de pega é o tempo que decorre desde o instante em que se lança no cimento a água de amassamento até que a agulha de Vitac, aplicada também sem choque, estaciona a 1,0 m do fundo.
O fim da pega é o tempo que decorre desde o lançamento da água de amassamento até o momento em que a agulha, aplicada suavemente sobre a superfície da pasta, não deixa vestígios apreciáveis.
Os testes devem ser feitos a 21° C e a umidade relativa ambiente > 85%.
2.16 - Funções dos Compostos do Cimento
C3A - Provoca a pega, mas precisa ser retardado pelo gesso; C3S - Responsável pela resistência inicial(em 7 a 28 dias); C2S e C3S - Responsáveis pela resistência final(em um ano);
2.17 - Análises Químicas para Controle do Cimento a) Perda ao fogo - exprime os componentes, acidentalmente presentes no cimento, e que são eliminados por aquecimento a 1.000° C.
Normalmente é constituída de água higroscópica, água de cristalização, água de hidratação e de CO2. b) Resíduo Insolúvel - constituído principalmente de silicatos solúveis em HCl, encontrados em pequeno teor nos cimentos portland. c) Cal Total - corresponde a todo o CaO sob a forma de silicatos, aluminatos, ferroaluminatos, sulfatos, óxidos e hidróxidos livres, e originalmente CaCO3. d) Alumina e Ferro - acompanham a matéria-prima e entram na fabricação dos cimentos como fundentes, combinados sob a forma de silicatos.
Limites Exigidos pela A.B.N.T.
4,0 % ⇒ Perda ao fogo
⇒ Resíduo insolúvel0,85%
⇒ SO32,5 %
6,0 % ⇒ MgO
2.18 - Testes Físicos(que se realizam numa fábrica de cimento)
3 dias - 80 Kg/cm2
7 dias - 150 Kg/cm2
28 dias - 250 Kg/cm2
- Permeabilidade Blaine : superfície específica - 2.600 a
a) Resistência a Compressão: limites minímos b) Finura: - Limite de resíduo de 15% para peneira de abertura de 0,075 m; 3.0 cm2/g; c) Expansão - Agulha de Le Chatelier - 10 m(limite); d) Pega -
Sonda metálica P = 300g A = 1,0 mm2(área da seção circular)
Recipiente da pasta 80x40 m 1,0 m(parar)- tempo de pega em torno de uma hora
Composição Química : Embora afete pouco a resistência final, seu desenvolvimento é afetado notavelmente pela composição química.
Ex.: Cimentos mais pobres em cal, dão uma resistência final maior.
Resistência versus Tempo
2.19 - Ocorrência c/ os compostos do cimento por ocasião da hidratação:
Os compostos do cimento são anidros. Quando entram em contato com a água originam um processo de endurecimento pela hidratação dos mesmos.
Esses produtos hidratados são de fraca solubilidade na água, de modo que em um concreto a dissolução é de grandeza desprezível.
Veja a seguir o que acontece na hidratação de cada componente:
C3S - A hidratação começa dentro de poucas horas, desprendese calor; o composto anidro vai passando para a solução, aparecendo cristais de Ca(OH)2, enquanto uma massa gelatinosa de silicato hidratado se forma em torno dos grãos originais.
C2S - É atacado lentamente pela água; depois de semanas os cristais se recobrem de silicato hidratado. Forma-se também Ca(OH)2, porém em menor quantidade que na hidratação de C3S.
C3A - Reage rapidamente com a água e cristaliza em poucos minutos. Não se produz hidróxido, mas aluminato hidratado. O calor de hidratação é tanto que quase seca a massa.
C4AF - Reage menos rapidamente que o C3A. Não libera cal e forma também um aluminato hidratado.
Estas reações processam-se simultaneamente, havendo ainda uma reação, da parte dos compostos, com o gesso.
O aluminato de cálcio hidratado reaciona com o sulfato de cálcio e forma o sulfoaluminato conhecido pelo nome de sal de CANDLOT.
A cristalização desse sal se dá com a fixação de muita água. Havendo cal dissolvida na água de embebição, o aluminato não está dissolvido e forma-se nos poros da massa uma quantidade de sulfoaluminato maior do que eles podem conter, o que provoca a expansão e desagregação do material.
Em caso contrário, isto é, formando-se o sulfoaluminato a partir do aluminato dissolvido, a cristalização do sal não ocupa um volume maior que o dos três componentes (água-aluminato-sulfato), o elemento sólido se aloja nos poros e a massa se torna mais compacta.
2.20 - Especificações:
A especificação EB-1 da ABNT classifica os cimentos portland comuns em 3 tipos: 250, 320 e 400.
O grau de moagem determina-se pelo ensaio de peneiração, havendo a tendência de substituí-lo pelo ensaio da superfície específica, de muito maior expressão.
Pelo ensaio de finura, o resíduo deixado na peneira normal, de malha quadrada de 0,075mm de lado (série Tyler no 200), não deve ultrapassar 15% em peso.
Enquanto pelo ensaio da superfície específica, através do
Blaine, tem como valores mínimos recomendáveis os seguintes: tipo 250 (mínimo) 2.600cm2 / g , tipos 320 e 400 (mínimo) 2.800cm2 / g.
Com relação à expansibilidade, no ensaio efetuado com as agulhas LE CHATELIER, tanto para o ensaio a quente como para o ensaio a frio, o valor máximo permissível é de 5mm.
O tempo de início de pega determinado em uma pasta de consistência normal (fixada pela sonda de TETMAJER), com o auxílio da agulha de VICAT, deve dar no mínimo uma hora, para ser considerada normal a pega.
O tempo de fim de pega deve ser no máximo de 10 horas. Com relação à resistência a compressão, o ensaio executado em corpos de prova cilíndricos deverá dar os seguintes valores mínimos, obtidos pelas médias de 6 corpos de prova:
IDADE EM DIAS RESISTÊNCIA EM kgf / cm2 (mínima) TIPO 250 TIPO 320 TIPO 400 3 80 100 140 7 150 200 240 28 250 320 400
3.0 -BIBLIOGRAFIA
- INDÚSTRIA DE PROCESSOS QUÍMICOS - R. Norris Shreve.
- CONCRETO DE CIMENTO DE PORTLAND - Eládio G.R. Petrucci. 


domingo, 22 de setembro de 2013

MANUTENÇÃO X INSPEÇÃO PREDIAL

Existe uma diferença a ser evidenciada.
Quando falamos em manutenção nos limitamos a informações fornecidas pelo dono do empreendimento ou seu gestor.
Quem faz a manutenção é controlado por uma regra estipulada por alguém. Ao passo que vistoria, ou mais especificamente,  inspeção predial é um conjunto de  exames visuais  para verificar a capacidade funcional da edificação. E isto depende de uma avaliação diretamente proporcional à experiência do profissional ou profissionais, pois a mesma é  multidisciplinar.
A Inspeção predial é a vistoria da edificação para determinar suas condições técnicas, funcionais e de conservação, visando direcionar o plano de manutenção. Esta vistoria técnica tem por finalidade verificar as condições de desempenho e determinar medidas preventivas   e corretivas que se fizerem necessárias para a boa vida do imóvel e seus usuários.
Os profissionais do sistema CREA/CONFEA mais preparados para tal mister são: o arquiteto e o engenheiro civil, acostumados a gerenciar. Então, os elementos construtivos de uma edificação como um todo, denotam segmentos que o engenheiro eletricista com a sua atribuição especifica responde pela elétrica e pára-raios, o engenheiro mecânico o sistema dos elevadores, por exemplo.
Importante salientar que,  enquanto o profissional habilitado projeta e executa, o  perito vistoriador , pela experiência detecta as anomalias, não só pela degradação irreversível, etapa ultima, bem como, a sua   formação e propagação.
Há no mercado várias firmas que prestam serviços de manutenção predial, porem para que seja dada a ordem da manutenção é necessário um plano de ação, feito pelo profissional que fez a inspeção predial, dando as prioridades, identificando problemas que o desgaste e o uso impuseram.
Destarte, um único aspecto que devo reforçar é a seriedade, através da livre escolha, pois a  concorrência é  sadia. O que importa é o despojamento da cultura da esperteza, aquela do levar vantagem em tudo e buscar a eficiência, e   a competência.
Não somente as Normas e Leis  que  preconizam os procedimentos como também nos regem como profissionais, mas os aspectos de envergadura  ética,  o Código do Consumidor são restrições que  limitam as escolhas.
O trabalho de custo/beneficio mais vantajoso certamente,  não é subsídio para determinação de quem deve verificar e manter  seu patrimônio.
Uma vistoria preventiva com olhar técnico e seletivo, não apenas habilitado e sim, empenhado na capacitação e no  bom senso.
O custo de uma intervenção aumenta de forma drástica e dramática, na medida em que tratamos a instalação com menor atenção, cuidado e negligencia, espaçando as manutenções, por conseguinte o dispêndio será maior.

E como diz o dito popular: deve-se tratar o mal pela raiz, e uma informação errada ou displicente pode desvalorizar o  seu Bem ou impor que sua adequação seja tão dispendiosa e assim mesmo recendente num decurso de tempo posterior.
Normalmente se faz uso de tabela de honorários, e que segue padrões.
Não podemos aquilatar o tempo de uma vistoria, isto é muito variável. Cada imóvel tem sua vida e às vezes o que pode parecer simples terá  que ter uma atenção maior.
Não obstante que os prédios de uso comercial, que tem uma população flutuante e maior, deva  ter  uma atenção especial em detrimento  de  outro residencial, cujo potencial de risco é menor.
De qualquer forma estamos lidando com vidas humanas  e sua segurança não deve ser menosprezada, nem tão pouco a valoração patrimonial.
Desconsiderando a má execução, toda a construção tem um tempo de vida útil. Se não é pelo  aspecto de decrepitude, ou obsoletismo quando cuidada de maneira correta pode ter um longo tempo de vida. O que podemos dizer das construções europeias??
Não se pode conhecer todas as áreas, porem uma coisa é certa, uma boa administração se faz em delegar atribuições a pessoas qualificadas.
Cabe ao condomínio, através de seu representante legal, o Síndico,  se munir de profissionais habilitados para verificar as condições e determinar as medidas preventivas  e até corretivas que se fizerem necessárias, em atenção a satisfação do pós-uso.
Uma gestão operacional pode deter vários tipos de ingerência desde uma simples  reparação, uma modernização, uma restauração e até uma demolição, se necessário.  Identificar a origem do problema, seu grau de risco,  para elaboração de um plano de ação e um cronograma físico financeiro adequando a disponibilidade financeira da edificação.
Portanto a seriedade é o ponto chave, não se pode  alegar desconhecimento, ou  ser negligente ou ainda  passar a responsabilidade para  outrem, quando de eventuais sinistros.
A água é o  essencial de nosso organismo, mas também é o infortúnio da construção civil.  A patologia mais grave é a que vai aos poucos como um câncer  que,  quando constatada   a olho nu já tomou parte do arcabouço estrutural, desplacando  inclusive as pastilhas das fachadas , por uma vertente, pois podem também ser decorrentes de processos de infiltrações meramente superficiais.
Há necessidade de avaliações periódicas,  conforme a idade do imóvel e o tipo da construção, contando seu uso adequado e apontar as desconformidades que sendo programadas, são menos onerosas.
Existem Normas Brasileiras como, por exemplo, a NBR 5674/99 Manutenção de Edificações – Procedimentos, disponibilizada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, a NBR 14037 – Manual de Operação, Uso e Manutenção das Edificações,  porem, o que se deve mudar é  a  cultura,  propiciando  uma postura de coisa certa.
A Norma de Desempenho NBR 15575 – Edifícios Habitacionais de até cinco pavimentos, recente, deverá mudar  os conceitos de construir, de projetar, de fabricar e  quem mais  se beneficiará é a sociedade.
Inspeção Básica – vamos imaginar um prédio residencial com 5 anos de vida, seguindo alguns itens vistoriados:
  • Documental técnico e administrativo
  • Fundações
  • Sub-solo
  • vizinhos
  • Estrutura (concreto e armaduras)
  • Caixa d’água, cisterna,
  • Cobertura, telhado
  • Fachadas, vedações e impermeabilizações
  • Revestimentos, pinturas
  • instalações elétricas, quadros de distribuição
  • Instalações de gás
  • Acessibilidade,rampas, acessos
  • Revisão,instalação de pára-raios
  • Isolamento da prumada de escadas
  • Verificação de formação de brigada de incêndio
  • Corrimão nas escadarias
  • Iluminação de emergência
  • Sinalização de rotas de fuga e equipamentos
FONTE:
IBAPE-PR INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO PARANÁ
Vera Lucia de Campos Corrêa Shebalj
Presidente do IBAPE-PR – Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias de Engenharia no Paraná
Rua Emiliano Perneta, 174 - Centro - CEP: 80010-050 - Curitiba PR
Fone/Fax: 55 41 3225-1167 tel. (41) 32251167 Cel. (41) 99938163
www. ibapepr.org.br 


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Segurança do Trabalho: Ancoragem

 Gostei da foto do Alexandre (ASAserv Manutenção Predial e Industrial Ltda) Joinville Santa Catarina.




Segurança do Trabalho: Ancoragem: As edificações com no mínimo quatro pavimentos ou altura de 12m (doze metros), a partir do nível do térreo, devem possuir previsão para a i...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Começa em junho a construção do prédio mais alto do mundo na China

"Desenvolvido pela empresa BSC, arranha-céu terá 838 metros de altura e 202 andares para abrigar escritórios, hotel, escola e até hospital"


O prédio mais alto do mundo vai começar a ser construído em junho na cidade de Changsha, na China. O edifício, desenvolvido pela empresa chinesa Broad Sustainable Construction (BSC), será considerado um modelo para a urbanização chinesa na verticalização de suas cidades. Apelidada de Sky City, a torre terá 838 metros de altura, 10 metros a mais do que o arranha-céu mais alto do mundo no momento, o Burj Khalifa, de Dubai.

A Sky City deverá se tornar o lar de 31 mil pessoas, com 202 andares que incluirão escritórios, um hotel com capacidade para mil pessoas, uma escola para 4600 alunos e até mesmo um hospital. O acesso será feito por 92 elevadores, escadas de 9,6 km e 17 heliportos.

Inicialmente, a BSC afirmava que iria construir a Sky City em 90 dias, até porque a estrutura será pré-fabricada. Mas as autoridades já atrasaram o projeto por estarem preocupadas com o impacto ambiental e com a segurança. Agora, estima-se que sua conclusão deva demorar sete meses.

FONTE: Rodrigo Louzas


Governo estima emitir R$ 4,4 bilhões por ano para Conta de Desenvolvimento Energético


União pode emitir títulos para antecipar recursos que União tem a receber de Itaipu, que somam entre R$ 14 bilhões e R$ 15 bilhões




O subsecretário de Planejamento e Estatísticas Fiscais da Secretaria do Tesouro Nacional, Cleber Oliveira, disse que a União poderá emitir títulos da dívida pública em favor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) até o limite dos créditos totais detidos por ela junto à Itaipu Binacional como ela foi construída por Brasil e Paraguai, mas bancada com recursos do governo brasileiro, a União tem a receber entre US$ 14 bilhões e US$ 15 bilhões referentes a contratos com vigência até 2023.
Segundo ele, a estimativa é de que, por ano, o governo possa emitir até R$ 4,4 bilhões em títulos para o caixa da CDE. A nova possibilidade consta do artigo 15 da MP 615 publicada nesta segunda-feira.
É uma prerrogativa que é meramente operacional e ela se ajusta numa linha de melhorar os fluxos de caixas, eventuais descasamentos que poderiam ocorrer em relação à conta da CDE. É uma prerrogativa adicional ao que já existia na Lei 12.783, a antiga MP 579,  afirmou.

A Conta de Desenvolvimento Energético é utilizada, entre outras finalidades, para bancar as medidas necessárias para promover o desconto de até 18% nas contas e luz das famílias brasileiras e de até 32% na indústria anunciada pelo governo Dilma Russeff no início do ano. Esse título fica na CDE e a CDE pode utilizar esse recurso para dar vazão ao fluxo de pagamento que ela tem, ou seja, ao fluxo de caixa, disse.


FONTE: O GLOBO

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domingo, 19 de maio de 2013

Vaga: Alpinista ou Acesso por Cordas 2013



Estamos contratando par inicio imediato.
Alpinista IRATA Nível 1, 2,  ou Acesso por cordas - NR-35 Trabalho em Altura.
Atuar em Joinville SC.
Requisitos:
Ter boa forma física,
Segundo Grau,
Experiência minima de 6 meses a 1 ano em CTPS,
Cursos de qualificação profissional (caso possuir: pintura, hidro jatista, letrista entre outros),
O candidato de possuir conhecimentos em:
Segurança em altura, resgate, primeiros socorros, sistemas de ancoragem, deslocamentos horizontais e verticais, etc.
Saber trabalhar com Hidro limpeza, limpeza de vidros de fachada, pinturas de estruturas, pintura de caixas de água e pintura predial e industrial entre outras.
Benefícios:

Alimentação,
Segura de vida,
Férias,
Possibilidade de crescimento dentro da empresa,
Salario compatível com a Função.
Enviar “ currículos” para rh@asaserv.com
Com o titulo de “Vaga Alpinista APC 2015”.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Vídeos do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

As autoridades começaram a fazer algo com relação a prevenção de acidentes, ainda é muito pouco, mas vamos compartilhar e nos alegrar, pois já é um começo.

Segue a baixo link dos vídeos:





Dulcinéia Maia
Gerente de Marketing

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Braskem transformará resíduos em madeira plástica na Rio+20


A Braskem colocará em funcionamento, em plena Rio+20, uma usina de reciclagem que vai transformar resíduos plásticos em peças de mobília de madeira plástica. A usina vai funcionar no Parque dos Atletas, um dos pontos focais dos eventos da conferência mundial das Nações Unidas para discutir a economia verde. O público presente no evento poderá conhecer todo o processo de confecção dos móveis, que se assemelham muito a peças de madeira rústica. Bancos, floreiras e lixeiras serão o destino final dos resíduos. A iniciativa é uma parceria da Braskem e da empresa de engenharia ambiental Cetrel e tem por objetivo mostrar novas possibilidades de aproveitamento do plástico, criando um novo ciclo após o seu consumo.

A Braskem será ainda a fornecedora oficial da Rio+20. A empresa colocará à disposição da organização do evento 50 mil squeezes feitos de Plástico Verde, produzido com matéria-prima de origem renovável. Outras 50 mil sacolas do mesmo material serão fornecidas para à conferência. E centenas de contêineres, todos de polietileno verde, completam os materiais cedidos ao encontro mundial.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 35 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a empresa produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Com a inauguração de sua fábrica de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar, com capacidade anual de 200 mil toneladas, tornou-se a maior produtora de biopolímeros do mundo. [www.braskem.com]. 

Tecnologia é aliada no dia a dia dos condomínios



imageDa Redação do LicitaMais: Sensores de presença, softwares inteligentes, sistema de CFTV (Circuito Fechado de Televisão), identificadores com leitura biométrica, assembleias virtuais - todos esses recursos já podem ser encontrados em diversos condomínios espalhados pelo país.Em alguns condomínios, é possível encontrar fechaduras que são acionadas por leitura da impressão digital e aparelhos eletroeletrônicos que podem ser acionados a distância.

A internet merece um grande destaque nesse cenário. Hoje, a maioria dos condôminos é composta por pessoas conectadas e que não possuem muito tempo para participar de reuniões de condomínio, ir até o banco, entre outros. O uso da internet é praticamente obrigatório e, dentro do condomínio, essa realidade não é diferente.

Para Carlos Henrique Cêra, diretor da Superlógica, empresa que criou a plataforma de assembleia virtual para condomínios, a tecnologia se torna indispensável para o bom gerenciamento do condomínio. “O avanço da tecnologia dentro dos condomínios é impressionante. Um exemplo é a grande aceitação do uso da plataforma de assembleia virtual. A ferramenta existe a pouco mais de um ano e mais de 400 condomínios já aderiram ao sistema”, explica.

De acordo com Cêra, a proposta de virtualizar as reuniões de condomínio, eximindo o morador de participar das discussões presenciais intermináveis, é uma invenção indispensável nos dias de hoje e mostra um novo caminho a ser seguido, adequado às expectativas dos moradores. “Esperamos que em dez anos todos os condomínios do Brasil já estejam utilizando o sistema para assembleia virtual e a proposta já esteja totalmente consolidada. Os benefícios são inúmeros”, completa.

O executivo acrescenta que a tecnologia, além de facilitar o cotidiano do condomínio, gera economia e sustentabilidade. “Alguns recursos tecnológicos também ajudam a reduzir as contas do condomínio e são altamente sustentáveis. A economia de papel, energia, água, entre outros, pode ser sentida no pagamento mensal do condomínio”.

Conheça um pouco mais sobre algumas tecnologias utilizadas pelos condomínios:

•    Assembleia Virtual: Baseada em recursos online, a plataforma funciona da seguinte maneira: os condôminos são convidados via e-mail a fazerem um cadastro e, uma vez inscritos, passam a participar da elaboração da pauta e das votações. Qualquer condômino tem o direito de sugerir melhorias para o condomínio e cada sugestão é analisada e discutida por todos. A ferramenta também possibilita a realização de assembleias híbridas (aquelas onde o condômino escolhe participar virtualmente ou presencialmente);
•    “Sem Parar”: Alguns condomínios já utilizam o mesmo recurso do sistema Sem Parar, utilizado em pedágios de rodovias e estacionamentos de shopping centers. Ele funciona por meio das etiquetas de RFID (Radio Frequency Identification) e permite a criação de um banco de informações sobre o usuário do sistema;
•    Sensores de presença: Acionam lâmpadas, torneiras e aparelhos de ar-condicionado;
•    Sistema de CFTV: Permite captar e transmitir imagens do condomínio em tempo real e online;
•    Identificadores com leitura biométrica: Aliados ao controle de acesso do prédio, podem ser leitores de reconhecimento facial, de impressão digital e da íris;
•    Sistema de captação de chuva: Capta toda a água proveniente da chuva para a irrigação de jardins plantados sobre lajes. A água fica armazenada entre o jardim e a laje e é sugada pelas plantas em época de estiagem.

http://www.licitamais.com.br/noticias/news/Tecnologia_aliada_dia_a_dia_condominios.html